O DESIGN GRÁFICO E A MARCA – CRIE A SUA IDENTIDADE!

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Ao criar uma nova empresa há que pensar numa imensidão de pormenores para um lançamento de sucesso. Não basta preocupar-se somente com os produtos/ serviços a vender, ou com os equipamentos a serem utilizados; capital, fluxo de clientes e uma abordagem de vendas inovadora também devem ser tomados em conta. Mas mesmo assim, há um pormenor que fará uma tremenda diferença para qualquer marca e que não deverá no esquecimento – Identidade Visual!

identidade visual é a cara da marca e é sobre esta que, num primeiro contacto, o público irá formular a sua opinião. A identidade, por sua vez, irá comunicar a sua marca não só a nível visual – causará reações mais profundas nas pessoas, ainda que estas lhes passem um tanto despercebidas.

Mas esta não é uma preocupação a ter apenas aquando do lançamento de uma nova empresa/marca. As que já se encontram estabelecidas e são reconhecidas pelo público devem apostar na sua manutenção e desenvolvimento, para que o caminho avistado seja de ascensão, e não de cair no esquecimento.

Afinal, o que é a Identidade Visual?

Todos nós somos portadores de uma identidade própria, única e exclusiva a cada um, como seres individuais. Muitos poderão não se aperceber, mas a forma como nos vestimos ou penteamos, as nossas tatuagens ou piercings, as cores que escolhemos e os acessórios com que ostentamos (ou a ausência de todos estes apetrechos), comunica muito da nossa personalidade com o mundo exterior. Propositadamente ou não, todos criamos opiniões acerca de pessoa X ou Y baseadas no seu aspeto visual.

No contexto empresarial, esta situação dá-se de um modo muito semelhante.

Uma Identidade Visual é o conjunto de todos os símbolos e elementos gráficos que a representam, que expressam os valores e ideais da empresa ao cliente, enquanto transmitindo estabilidade e confiança.

 

Quais os elementos mais importantes numa Identidade Visual?

Dos elementos que deverão constituir essa identidade são destacados o logótipo, manual de normas gráficas, merchandising, material promocional e estacionário. É relevante salientar que as cores escolhidas desempenharão um papel de importância vital, uma vez que despertam reações muito específicas para o recetor (poderá ler o nosso artigo sobre a Cor em https://siwenza.com/a-cor-ilusao-ou-realidade/).

E por onde começar?

Logótipo. É através do logótipo que os valores e conceitos que definem e representam a marca irão tomar corpo. E, por isso mesmo, vamos focar-nos hoje nesse símbolo tão valioso.

O logótipo tem de ser mais que apenas atraente. Deve refletir, exatamente, os valores da empresa, de um modo simples e eficaz.

Para a criação de um logo, certos passos devem ser tomados e respeitados.

 

  1. Briefing

    Esta etapa passa por um processo de recolha de informação relativa à sua empresa, para que o logótipo projetado seja perfeito para a sua marca.

Poder-lhe-ão ser colocadas questões como:

  • Qual a atividade da sua empresa?
  • Quem é o seu público-alvo?
  • Quem é a sua concorrência?
  • Qual o posicionamento da empresa no mercado, em relação à concorrência?
  • A sua marca já tem diretrizes de design existentes (ex.: cores da empresa, fontes utilizadas, entre outros)?

 

  1. Pesquisa

Nesta fase, inicia-se uma pesquisa profunda sobre a empresa, o respetivo público-alvo e o mercado atual. É considerada a perspetiva histórica da marca e do segmento em que esta atua, bem como as tendências emergentes do mercado e a as características da concorrência.

 

  1. Conceitos

É agora que o Designer Gráfico dará asas à sua imaginação. O profissional em questão iniciará um processo criativo em que o objetivo será condensar a natureza complexa do seu negócio num simples e pequeno símbolo. Este, deverá refletir os seus valores e adequar-se aos mais variados formatos, como cartões de visita, websites e material promocional.

 

  1. Revisão

O logótipo criado (ou as várias propostas de logótipo) será submetido a uma cuidadosa análise e revisão por parte do designer gráfico e da equipa de marketing, para que procedam às alterações que forem necessárias para o aperfeiçoamento dos logos.

 

  1. Apresentação

Chegou a hora de ver os tão esperados resultados! Aconselhamos que a apresentação dos protótipos do logótipo seja concretizada pessoalmente, uma vez que isso trará bastantes benefícios à comunicação entre ambas as partes. Aqui, poderá apresentar as suas opiniões e sugestões relativas aos designs apresentados e entrar em acordo com o designer gráfico sobre os próximos passos a tomar.

 

Agora que tem um logótipo triunfante a representar a sua marca, a identidade visual projetada vai tomando uma forma real e sólida, sustentada por uma base consistente de valores e ideais, e pronta a estabelecer relacionamentos autênticos com o seu público.

Se gostou deste artigo, mas ficou com algumas dúvidas que gostaria de esclarecer, fale connosco. Na Siwenza, somos verdadeiros experts da comunicação!

PORQUÊ APOSTAR NO EMAIL?

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Ao contrário do que se possa pensar, o E-mail Marketing está mais ao rubro que nunca… Mas, para quem o sabe utilizar correta e estrategicamente!

 

Quando inicialmente foi criado o email, rapidamente as marcas se apoderaram deste poderoso meio de comunicação. Afinal de contas, que melhor forma poderia existir de manter uma ligação mais estreita e direta com o consumidor?

Não tardou muito para que este canal começasse a ser utilizado de forma exagerada, o que deu lugar a uma comunicação invasiva e algo agressiva.

 

Claramente, hoje em dia, os consumidores não recebem de braços abertos esta abordagem, e o que poderia ser uma técnica benéfica para as marcas, é considerado spam.

 

Como se sente ao ver a sua caixa de entrada a transbordar de emails publicitários? Abre e lê todas essas mensagens?

Por certo que não…

Mas, quando cuidadosamente planeado e elaborado, o e-mail Marketing é sinónimo de relações fortes entre empresa e cliente, baseadas na partilha de conteúdos influentes e relevantes para o recetor.

 

Mas o que pode esta técnica, realmente, fazer por si?

Pense na troca de emails como uma conversa direta, de pessoa para pessoa. Ao falar frente-a-frente com alguém, decerto que adaptará o seu discurso a esta pessoa. Também a tratará pelo seu nome, e depositará toda a sua atenção nessa conversa que está a acontecer em tempo real. O email marketing também lhe oferece essas possibilidades.

Enviando emails personalizados poderá acrescentar o nome do destinatário, e incluir conteúdo que seja, de fato, pertinente e relevante para a pessoa em questão (através de um processo de segmentação). Isto nutrirá a relação entre marca e cliente, gerando um clima de confiança. Esta confiança converter-se-á em mais leads e, eventualmente, em mais vendas.

Uma ação de Email Marketing é essencial para reforçar os laços entre a empresa e o consumidor!

 

Esta é sem dúvida uma das estratégias mais eficazes para diferentes finalidades, seja vender serviços ou produtos, ou dar a conhecer a marca – além de ser uma excelente ferramenta de distribuição de conteúdo e informação relevante.

 

Além de bastante dinâmico, o e-mail marketing pode ser flexível no que diz respeito à sua periodicidade, sendo possível enviá-lo semanalmente ou mensalmente, desde que enviados com base nas análises feitas ao comportamento do público-alvo.

 

E quem não tem uma conta de email hoje em dia?

Certo, nem toda a população mundial tem uma… Mas está lá perto!

Quando se regista numa rede social, precisa de uma conta de email. Ao preencher um formulário online obterá a resposta por email. Ao efetuar uma compra online, receberá a confirmação da mesma por email. O email concentra quase todas as nossas ações cibernéticas. Assim, poderá concluir que o seu potencial de alcance é enorme.

 

Mas o que realmente importa, é que o utilizador não se sinta tentado a ignorar o seu email ou a eliminá-lo!

E para isso é crucial que dedique especial atenção ao assunto dos seus emails! Um assunto de texto relevante, conciso e simples, garantirá que o recetor o irá abrir e ler!

Agora, há que ter garantias que o conteúdo do seu email é tão fantástico como o assunto! Seja fiel às suas palavras.

 

Se abrisse um email cujo assunto realmente o cativou e, ao lê-lo, o texto não fosse adequado ao título, ou se fosse empobrecido e enganoso, voltaria a ler mais algum email da empresa que lho enviou?

Seja objetivo, sincero e suscite o interesse dos seus clientes. E verá como o email marketing poderá ser uma ferramenta deveras compensatória!

 

Que resultados obterá, em termos de investimento e retorno?

O email marketing é um dos canais de marketing digital que apresenta maior custo-benefício na aquisição de clientes. Ao contrário de outros canais, não exige um grande investimento para tal. E o retorno é bastante satisfatório!

 

Veja as seguintes estatísticas:

  • Consumidores que compram produtos promovidos através de email marketing gastam 138% mais que consumidores que não recebem ofertas por email Convince&Convert
  • Empresas que utilizam o email marketing para nutrir leads geram 50% mais leads qualificados para a equipa de Vendas, a um custo 35% menor. Estas leads, por sua vez, são responsáveis por um aumento de oportunidades de negócio em 20%. – HubSpot
  • O email marketing possui um ROI de 3800%. – DMA
  • 77% do ROI de email vem de campanhas automatizadas e personalizadas. – DMA

 

Ainda tem dúvidas que o Email Marketing pode ajudar a sua marca?

Na Siwenza somos especialistas em Marketing Digital. Traga as suas dúvidas e questões, nós tratamos de as esclarecer!

AS 6 MENTES DE UX DESIGN

Poderá ler aqui o artigo original

AS 6 MENTES DE UX DESIGN

Falámos com John Whalen, psicólogo especializado em UX, acerca da noção que UX não acontece no ecrã, mas sim na mente – no nosso subconsciente. Aqui mostramos porque é que os designers deverão tomar isto em conta na sua abordagem.

Quando pensamos em UX design (experiência de utilizador) estamos, frequentemente, a pensar na forma como o utilizador sente uma determinada experiência e nas decisões que a mesma impele neste utilizador. Mas, segundo John Whalen, psicólogo especializado em UX, estas representam apenas duas das forças motrizes por trás da experiência de um utilizador. Há quatro outras “mentes” que contribuem para a eficácia (ou ineficácia) de um design.

“Linguagem, intuição, emoção e memória são todas as coisas que se encontram no centro do conhecimento, mas não são tão óbvias quanto a decisão que as pessoas tomarão ou o que exatamente aparecerá no ecrã,” disse Whalen. “Aquela secção central é, atualmente, encarecida no que toca a livros e ao modo como descrevemos o design de experiência”.

Whalen, doutorado em Ciências Cognitivas através da Jhons Hopkins University, residia na Califórnia aquando do boom da Internet, quando se apercebeu do potencial que constituía a aplicação de trabalhos internos da mente na comunidade do Design. Façamos um fast-forward até aos dias que hoje correm e, Whalen, é o fundador da Brilliant Experience, uma empresa de Estratégia UX sedeada em Washington DC, que atribui uma “abordagem baseada na Psicologia” ao processo do Design.

Ele diz que UX design é uma experiência multidimensional e multissensorial que alcança estas “6 mentes”. Compreender estas seis mentes é o futuro do design de experiência.

  1. Visão/Atenção

De todas as mentes, Whalen diz que esta é a que os designers mais facilmente dominam, uma vez que apela ao aspeto UI (interface do utilizador) da UX. Mas mesmo assim, ele alerta para o facto de que nem sempre o que o designer pensa apelar o utilizador, está em concordância com o que verdadeiramente o atrai. É por isto mesmo que é tão importante entranhar-se nas outras mentes, a fim de estabelecer uma perceção mais profunda sobre como a experiência geral é influenciada por estímulos visuais.

Algumas perguntas a colocar:

  • Que características visuais captam atenção?
  • Na primeira página, para onde se desloca primeiramente o olhar?
  • Que palavras/objetos procuram os utilizadores?
  • Qual o fluxo visual?
  1. Intuição

Intuição refere-se ao modo como um utilizador chega do ponto A ao ponto B. Isto envolve a arquitetura de informação (AI), sugestões de navegação intuitivas, conteúdo e muito mais. A Intuição tem vindo a tornar-se cada vez mais complexa no mundo virtual, e continuará a ser assim, uma vez que a Realidade Aumentada (AR) e a Realidade Virtual, bem como o design interativo, continuam a crescer em popularidade.

 

“No novo mundo dos telemóveis, em que os agitamos, viramos e deslizamos o dedo sobre o ecrã, estamos a utilizar ferramentas muito diversas para conseguir essa intuição de onde estou agora? Como posso chegar ao próximo local? E como vou saber se lá cheguei?”, disse Whalen. “Na realidade, temos uma imensa parte do nosso cérebro que se dedica a isso, então a questão é como podemos aproveitar essa capacidade, de maneiras que são tão diferentes agora, no espaço virtual?”

 

Algumas perguntas que lhe indicam o rumo certo:

 

  • O que dá indícios aos seus utilizadores para que eles saibam “que você está aqui?”
  • Como é que o utilizador espera mover-se no espaço?
  • Quais são as interações expectadas ao longo do caminho?
  • Essas interações são baseadas num modelo claro?
  1. Memória/Semântica

A memória desempenha um papel muito importante para a intuição, mas também para estabelecer as expetativas do utilizador. Whalen utiliza a analogia de uma colega que sugere irem tomar uma bebida após o dia de trabalho, durante a happy hour. Ela poderá estar a pensar num estabelecimento elegante de alta-tecnologia, enquanto você visualiza a espelunca do bairro, de paredes cobertas de grafittis.

 

“Em ambas as situações seria happy hour, mas com expetativas muito diferentes de como seriam servidos, que bebida tomariam, e no que resultariam as interações”, disse Whalen.

 

Também isto deve ser tomado em conta no UX Design. Os utilizadores acedem com expetativas baseadas em modelos prévios de experiência. Eles esperam que as coisas funcionem de um modo específico (como por exemplo a Amazon, o Google ou o Facebook) e querem que estas experiências sejam sentidas de um modo natural e fácil.

 

Os designers podem perguntar:

 

  • Que esquemas mentais estão a ser ativados?
  • Em que pensa o utilizador quando pensa em X (experiência)?
  • Será que o design de experiência faz sentido?
  • Ativará padrões com os quais os utilizadores se sentem familiarizados?

 

  1. Linguagem

É na Linguagem que tudo se pode tornar complicado. Esta varia, baseada na demografia, na familiaridade do utilizador com o produto e com a terminologia, e na facilidade de compreensão. Muito frequentemente, empresas caem no erro de partilhar em demasia. Estas esperam que o utilizador seja tão entusiasta em relação ao produto quanto elas mesmas são, e acabam por revelar demasiada informação que apenas atrapalham a experiência do utilizador.

 

“Em muitos casos queremos simplificar e apenas confiar na marca com que trabalhamos,” diz Whalen. “Por vezes tornamo-nos tão obcecados em transmitir tudo às pessoas com minúcia, e não pensando em como é representado por aquele público final.”

 

Mas antes de avançar demasiado no design de experiência, as equipas podem ter uma conversa sobre:

 

  • Que palavras utiliza o nosso público-alvo?
  • Qual o seu vocabulário?
  • Que termos estamos a utilizar?
  • Qual o tom mais apropriado para este produto?
  1. Emoção

Gostemos ou não, os utilizadores trazem para cada experiência uma bagagem emocional. Eles são pessoais reais, com sentimentos, medos e frustrações. Têm medo de cometer erros. Têm hesitações. Ponderam nas repercussões que determinadas aquisições poderão ter na sua carreira, objetivos e reputação. Todos estes elementos influenciam as suas decisões.

 

“Frequentemente falamos de emoções rápidas, como naquele jogo em que me entusiasmo, me aborreço ou me sinto feliz, mas também tentamos refletir no que são estas emoções profundas, que são também um grande impulsionador,” diz Whalen. “Se voltarmos atrás, para saber como gostariam os utilizadores de ser representados como ser humano e o que para eles é mais valioso, subitamente teríamos respostas muitíssimo interessantes.”

Como exemplo, Whalen estudou pessoas de elevado valor líquido para determinar quais as suas necessidades bancárias que não estavam a ser atendidas. Ele colocou perguntas variadas, desde que cartão de crédito tinham na sua carteira até quais os seus objetivos pessoais – e se pensavam ou não se estes conseguiriam ser atingidos.

“Em 24 entrevistas, três pessoas choraram e seis abraçaram-me e disseram, que fantástica sessão de terapia,” disse Whalen. “Habitualmente, não consideramos perguntar a um utilizador o que para eles tem mais importância neste mundo, e retirar deles essa informação de um modo que seja autêntico. Como levar as pessoas a um nível em que se exponham tanto a si próprias que pode ser percecionado como ameaçador, de uma forma que normalmente não aconteça?”

Whalen gosta de tomar a abordagem de apelar, realçar e despertar.

  • O que os vai cativar imediamente?
  • O que lhes providenciar significado durador e valor?
  • O que toca nos seus objetivos e desejos mais profundos?

 

Na sua pesquisa e entrevistas com utilizadores, ele gosta de explorar as respostas que uma experiência de utilizador pode desencadear. Ele olha para os receios de um utilizador e pergunta, como podemos acalmar esses receios e produzir experiências positivas? Compreender as emoções subjacentes do utilizador é deveras importante, e pode fornecer uma visão muito profunda sobre o porquê das decisões que toma.

  1. Tomada de Decisões

Uma das primeiras questões colocadas sobre tomada de decisões, é porque é que as pessoas não agem? Será parte da responsabilidade de um designer UX tomar em conta todos os elementos acima mencionados, para facilitar o processo de decisão ao utilizador?

 

“Existe uma grande quantidade de pessoas que falam do Design persuasivo,” disse Whalen. “Como levar uma pessoa a tomar uma decisão, estar disposta a responder a um anúncio, ou a finalmente se comprometer a comprar?”

A mais poderosa ferramenta de um designer é antecipar o que um utilizador vai necessitar antes de a necessidade existir, e de seguida incorporar isso na estratégia global da experiência. Algumas das questões que Whalen recomenda explorar são:

 

  • Como podemos ajudar o utilizador a tomar uma decisão?
  • De que informação já dispomos?
  • De que vai o utilizador necessitar em seguida?
  • Como podemos aumentar as suas “micro decisões” através do design?

Design de Experiência Emergente de Utilizador

Juntas, estas seis mentes constituem o que Whalen designa por experiência emergente de utilizador, um campo que reside na intersecção da psicologia e da inovação da experiência de utilizador. Compreender melhor a forma como um utilizador pensa e os aspetos cognitivos que levam às suas decisões, os designers UX podem criar experiências humanas mais significativas para os utilizadores e organizações similares.

 

Poderá ler aqui o artigo original

A COR: ILUSÃO OU REALIDADE?

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A cor é muito mais que um mero conjunto de pigmentos que se faz marcar e fica reconhecível a qualquer um, através do nosso sentido de visão – já por si, este é o sentido que mais rapidamente comunica com o nosso cérebro. É verdade que a cor marca gostos e tendências, mas mais que isso, a cor acarreta um simbolismo com valor desconhecido à maioria das pessoas, identificando características e criando necessidades, causando sensações e apelando às emoções que tão bem pensamos conhecer.

A nossa memória recebe, de forma exímia, a informação de uma determinada cor, fazendo a associação a momentos de um modo quase imediato, mesmo antes de o cérebro processar a imagem que está a observar. Assim, a atividade neuronal é determinada em conformidade com a cor observada, e desta forma podemos assumir que as cores são estímulos para a atividade psicológica, chegando mesmo a permitir-nos inferir características de personalidade daqueles com quem vamos lidando.

MAS PODE A COR ESTAR LIGADA ÀS NOSSA EMOÇÕES?

Atualmente, sabemos que cada um de nós reage à cor por influência da luminosidade, da intensidade e saturação. Mas é, também, sabido que existe todo um conjunto de significados aceite, e que este pode ser generalizado a qualquer pessoa que integre a nossa cultura. Por exemplo, ao falar na cor vermelha estaremos a apelar à agressividade, à emoção, à extroversão, à urgência, ativando assim a amígdala cerebral e o núcleo Accumbens. Ou o azul, que nos remete para sentimentos de serenidade, de preocupação ou de confiança, ativando o córtex pré-frontal do cérebro.

Com todos os dados que ao longo de décadas temos vindo a adquirir acerca do papel primordial da cor no funcionamento psíquico do Homem, hoje em dia é-nos permitido utilizar a cor como uma ciência mais complexa. A correta utilização da vasta gama de cores que temos ao nosso dispor poderá até potenciar a venda de produtos ou serviços, através de uma comunicação súbtil (mas íntima) que estabelece com  todos nós, enquanto consumidores.

 

Diana Antunes -Psicóloga Clínica

Vantagens do marketing digital para as empresas

O Marketing Digital possui um papel extremamente importante no mercado atual. Hoje em dia, uma vastíssima quantidade de pessoas tem acesso à informação e à divulgação de produtos ou serviços de um modo extremamente globalizado. A Internet não tem fronteiras, e assim, o Marketing Digital tornou-se uma ferramenta crucial para a comunicação e expansão de qualquer empresa.

Facilmente poderá aperceber-se que o Marketing Digital lhe poderá trazer inúmeros outros benefícios, tais como um custo reduzido em comparação com o Marketing tradicional – Alcançará mais pessoas, mais rapidamente e não terá de recorrer a largos investimentos em publicidade em revistas, jornais, flyers, oudoors e outros canais de comunicação mais tradicionais.

A partilha de informação e opiniões em redes sociais abriu ainda mais portas para o desempenho do Marketing Digital. Actualmente, contamos com uma interação extremamente dinâmica, não só entre clientes e consumidores que partilham as suas opiniões, mas também entre a marca e os seus clientes. Isto proprociona às empresas uma grande facilidade em obter feedback relativamente aos seus produtos ou serviços.

Como pode o Design mudar a visão do cliente?

Podemos sucintamente definir o Design Gráfico como uma vertente do design que atende às necessidades gráficas das empresas – sejam elas de formato virtual ou físico.

A criação de uma marca é uma ciência complexa, que vai além de uma simples imagem visual, pois exige a conceção da identidade da marca e a projeção de uma sólida garantia de valor, envolvendo toda a comunicação da empresa. Uma forte identidade e o destaque no mercado pode ser crucial para cativar o seu público-alvo e, por conseguinte, incrementar resultados.

Mas como vai o Design influenciar a decisão do cliente ou consumidor?

O Design não cria necessidades para o público, mas alimenta-se destas para oferecer a resposta ou solução adequada a quem a procura. Pode, também, ser sinónimo de diferenciação no mercado e, por isto mesmo, deve ser sempre tomado em consideração.

Outra valiosa ferramenta é a constante comunicação com o seu público. Esta pode ajudar a garantir a sobrevivência da sua marca, uma vez que o cliente sentirá que está apto para atender às suas necessidades. O Design, quando aliado às redes sociais e websites, pode potenciar vivamente o interesse do seu cliente, facilitando a tomada de decisões.

O processo de decisão de compra (de um produto ou serviço) envolve variados fatores que atuam ao nível consciente e subconsciente de todos nós, como indivíduos. Passando pela escolha das cores a empregar e pela utilização de sinalização e símbolos adequados, esta é uma dinâmica que implica estudos e dedicação, para melhor compreender a perspetiva e, de certo modo, o processo psicológico do cliente. Assim, os profissionais de Marketing, Design e Comunicação são especialistas em elaborar estratégias que visam encontrar a solução ideal para o realce das empresas e marcas em relação aos seus concorrentes – passando por ações de Publicidade, Marketing e Comunicação.

Quando um Design eficaz está envolvido, o cliente ou consumidor tem uma facilidade maior em tomar a sua decisão – uma marca que lhe suscite curiosidade e interesse visual, que saiba identificar de uma forma exata as suas necessidades, que lhe proporciona soluções ajustadas e ainda oferece uma sólida coerência na sua comunicação, é uma marca em que este, certamente, depositará confiança.